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JUNHO – 2008

DATAS DO MÊS
12/06 - DIA DOS NAMORADOS
13/06 - SANTO ANTONIO
24/06 - SÃO JOÃO
29/06 - SÃO PEDRO
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AMAR
LOUCO SIM, BOBO NÃO!
DÚVIDAS
PARA O AMANHÃ
A VIDA NO
UNIVERSO

Por Daniel Caldas
Ferreira
Amar é não ter,
Medo de sofrer.
É saber que tudo que
acontece
Tem motivo para
acontecer.
Amar é querer o bem,
De quem te quer bem.
É acreditar que
sempre
Terá algo para amar.
Amar é aproveitar o
momento
Como se não pudesse
aproveitá-lo amanhã.
É nunca desistir de
tentar
E sempre procurar alguém
que possa te amar.
Amar é querer estar
Sempre perto de quem
te ama.
É aproveitar ao máximo
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(Histórias da vida real)
Por Lázaro Gonçalves Reis
Em meados do século 20, numa pequena cidadezinha ao sul das Gerais,
dessas em que são poucos os habitantes que não tem entre si algum parentesco,
e é comum sobrinho ser mais velho que tio, mas que como em outras localidades,
as classes sociais são bastante diferenciadas, tinha um jovem de classe “A”
descendente de italianos, mas que sofria das faculdades mentais, em outras
palavras, era louco mesmo.
Não, não fazia uso de drogas, coisa pouco comum na época, mas seu
desequilíbrio mental fazia a abastada família sofrer muito. Indivíduo bem
apessoado, de excelente físico, de porte atlético bastante forte, e com uma
cultura de fazer inveja, pois apesar da demência latente, cursou escola como
todos os outros jovens de sua idade, conseguindo ir além do segundo grau, só não
concluindo o curso superior por motivos óbvios. Qualquer que travasse um
bate-papo com ele dificilmente notaria a anomalia, mas quando estava “em volta
de lua”, ficava insuportável, pois além de cometer falcatruas, sua
agressividade aumentava, requerendo maiores cuidados.
.
Ricos
e soberbos, enjoados até mais ver, não concordaram com a escolta que o poder público
oferecia, e de graça. Joãozinho usava no dia-a-dia ternos de casimira inglesa,
gravata e sapatos de verniz numa demonstração de que não era pouca coisa. Em
sendo assim família preferiu então contratar alguém civil, mesmo que fosse
pobre. Fazer o que, de agora em diante vamos procurar alguém que aceite o
trabalho, de preferência que seja barato, já que pessoas da família o Joãozinho
jamais respeitaria. Nunca os acatou e temia-se que acabaria por fugir no meio do
caminho e até desaparecesse.
Ainda
não terminaram de falar e eis que alguém bate à porta:
Bijuzeiro!
Bijuzeiro! Quem vai querer comprar biju?
Era
o bijuzeiro, pessoa conhecida do povo da pequena cidade como o “Sebastião da
Ramila”, e que vendia os conhecidos bijus os quais ele trazia acondicionados
numa caixa redonda às costas. Os bijus eram afunilados como o cascão de
sorvete de massa de hoje, que se come a embalagem, mas só que em tamanho dez
vezes maior. Uma delícia.
O
Seu Tião era pessoa de tez amulatada, com a idade batendo-lhe os calcanhares,
muito simples, muito bondosa, magro, pra não dizer hirto, porém muito educado
e bastante falante. Seus trajes eram de uma simplicidade maior que o dono, calça
e paletó feitos de brim e sapatos pretos, dava-lhe uma aparência de limpeza,
muito embora mal barbeado e os cabelos sobrando por entre as bordas do chapéu
nos dava a entender que nunca foram tratados ou pelo menos regularmente
penteados e já fazia algum tempo que não visitava o barbeiro.
Apesar
de ser um homem humilde, o Seu Tião sempre se fazia respeitar e até mesmo Joãozinho
não ousava desobedecê-lo. Era o acompanhante ideal, pensaram os familiares.
Com
muita dificuldade, seu Tião aceitou o trabalho, mas já não era a primeira vez
que atendendo pedidos de outras pessoas, levara doentes mentais e com muito
sucesso para Barbacena, onde existe um sanatório estadual de excelentes
qualidades e segurança. Havia boatos de que os doentes que não tinham cura
recebiam o “chá da meia noite” e dormiam o sono eterno, mas nunca ninguém
teve condições de provar nada a respeito, porém o trabalho de conduzir esses
doentes mentais exigia denodo, muita paciência e boa vontade.
Marcaram
o dia e lá vai Joãozinho todo de terno e gravata, como um deputado indo para a
assembléia, enquanto Sebastião da Ramila, em seu terno branco tosco e pouco
alinhado e o inseparável chapéu na cabeça, o conduzia com muita atenção. Às
vezes, dava-se um cochilão provocado pelo balanço constante do vagão puxado
pela Maria Fumaça num sacolejo que mais parecia o balanço de um berço ninando
o bebê, seguido pelos guinchados dos trilhos no atrito das rodas de ferro, e
seu eterno martelar quando passava pelas emendas dos mesmos: trac
tratac trac tratac.. E
acordava com o estridente e longo apito da locomotiva que certamente provocava
certa angústia nos passageiros mais sensíveis. Com os olhos arregalados seu Tião
fitava seu conduzido com os olhos vermelhos de sono, que queria manter aberto
custasse o que custasse. Sentado frente a frente, Joãozinho o olhava com um
leve sorriso nos lábios como a maquinar algum plano diabólico para escapar do
tal internamento.
A
viagem era longa. Gastava-se cerca de três dias para ir e outro tanto para
voltar, porém transcorria sem nenhuma novidade, deslumbrando a cada minuto
paisagens que só se consegue ver quando em viagens nas velhas composições da
Mogiana.
De
repente uma parada. Deviam nossos viajantes fazer uma baldeação para outra
locomotiva que deveria seguir rumo a Barbacena, já que aquela em que estavam
tinha o destino da cidade de Cruzeiro no Estado de São Paulo.
Durante
a espera, aproveitaram para almoçar e durante o almoço, começou uma discussão
entre condutor e conduzido e o diálogo foi mais ou menos assim:
-
Eu não estou querendo prosseguir! Disse Joãozinho, pois disseram que lá em
Barbacena dão choques elétricos nos doentes, não é como nos demais hospitais
que eu tive.
-
Não é bem assim, retrucou Sebastião, essas coisas acontecem quando o doente
está muito louco e aí, bem aí eles dão choques.
-
No meu caso não? Perguntou ironicamente Joãozinho com cara de quem estava
mesmo era de gozação.
-
Não, no seu caso eles apenas vão dar calmantes para você dormir e talvez
algum remédio pra abrir o apetite...
Sebastião
ainda falava quando observou a quantidade de comida que Joãozinho devorava ali
na sua presença.
-
Melhor dizendo, disse Sebastião, remédio pro apetite eu acho que não vão
dar!
Joãozinho
caiu numa gargalhada histérica que assustou a todos que estavam almoçando
naquele restaurante e completou ironicamente – se me derem esse remédio daí,
desse que você falou, vou quebrar o Estado de tanto comer!
Terminada
a refeição, Joãozinho ainda no interior do restaurante começou uma outra polêmica:
-
Sabe Tião, eu vou voltar daqui mesmo, eu não vou me internar. Que patacoada é
essa, eu não estou tão doente assim!
-
Mas, Joãozinho, você não pode fazer isso! Seus pais me confiaram de levá-lo
em segurança até o hospital e agora que já estamos quase lá! Não, você não
vai fazer isso comigo vai?
-
Que você acha? Perguntou Joãozinho numa discussão infindável, acompanhada de
gargalhadas assustadoras.
Sebastião
da Ramila não poupava paciência e tentava de todas as formas convencer Joãozinho
de que não devia retornar, pois como ficariam as coisas, até que proferiu uma
ameaça:
-
Olhe! Se você não seguir comigo eles mandam dois soldados trazê-lo em camisa
de força, ta? Então não fique me atazanando a vida, pois já sofri demais com
gente como você e agora você vai ou eu chamo a polícia e te levamos nem que
for amarrado.
Joãozinho
olhou bem nos olhos do seu Tião e subindo na mesa do restaurante começou a
esbravejar ameaças e com o dedo em riste, o chegava ao nariz de seu Tião que
ia só recuando, enquanto Joãozinho avançava, parecendo que iria agredi-lo.
Mas isso não aconteceu, pois a calma e controle emocional de Sebastião foram
suficientes para acalmar aquele jovem demente.
-
Ta bem eu vou, mas me deixe ver o que escreveram nos documentos que você esta
levando.
Sebastião
negou, mas a insistência de Joãozinho era demais: - quero ver, porque quero
ver e pronto, se eu não ver eu vou fugir de você. E quer saber mais uma coisa?
Hein! Eu quero é levar esses documentos.
Sebastião
apesar de todos os esforços não conseguiu que Joãozinho desistisse da idéia
de levar os documentos e não teve alternativa senão entrega-los, bem como todo
o dinheiro que recebera para as despesas ao conduzido.
-
Ta vendo, não doeu nada, eu levo os papeis e viajo quietinho sem dar trabalho!
A
partir de então, a viagem foi uma tranqüilidade, Joãozinho até dormia o
tempo todo e acordava apenas para comer ou beber alguma coisa, numa dessas
mini-lanchonetes de estação, e até que enfim, chegaram a Barbacena.
Desceram
do táxi bem defronte ao nosocômio e já na recepção Sebastião se adiantou e
falou ao recepcionista que viera trazer um paciente para internamento e enquanto
falava, notou que Joãozinho de modo sarcástico sorria logo atrás dele e vendo
que ninguém dizia nada, Sebastião foi ficando incomodado e pediu ao Joãozinho
que lhe desse os documentos.
Joãozinho
se adiantou e entregou os documentos diretamente ao atendente, dizendo que
estava tudo em ordem e que poderiam levá-lo, referindo-se ao Sebastião, que
percebendo a manobra reagiu impulsivamente chegando até a se descontrolar, foi
então que apareceram dois enfermeiros e começaram a agarrar Sebastião que se
debatia furiosamente tentando desfazer o engano e olhando para Joãozinho, ainda
o ouviu dizer:
-
Cuidado ele é perigoso, costuma aprontar.
Despediu-se
dos funcionários e retirou-se tomando o táxi de volta para a estação,
enquanto Sebastião era conduzido à força para o interior do hospício
gritando: vocês estão enganados o louco é ele, eu vim trazê-lo, se não
acreditam telefonem lá na casa dele e esbravejando de toda forma, sumiu por
entre aqueles corredores.
Joãozinho
aproveitou o dinheiro que já tinha e mais o do Sebastião para fazer uma viagem
por São Paulo, visitando o Ibirapuera e não contente foi para o Rio de
Janeiro, passeando como se nada tivesse de loucura.
Após
cerca de um mês mais ou menos, Joãozinho chega novamente em casa e, todos
curiosos queriam saber do paradeiro de Sebastião da Ramila que não voltara da
viagem e a resposta foi esta:
-
Eu o internei em meu lugar.
Só
Deus sabe o quanto a família batalhou para resgatar o Sebastião da Ramila do
internamento feito por Joãozinho, pois somente ele que assinara o internamento
teria condições de fazê-lo. Tendo de deslocarem até o sanatório para
desfazer as trapalhadas de Joãozinho.
Depois
de algum tempo, seu Tião ficou livre da enrascada que se metera e prometeu
consigo mesmo nunca mais escoltar ninguém.
- O
Autor: LÁZARO GONÇALVES REIS é natural de Campo do Meio – MG, membro do
Grupo das Quatro, militar da reserva, autor de diversos trabalhos, tendo
co-editado o livro “CANTOS DA SERRA”, da Editora Comedi, além de “VIDAS
DE NOSSAS VIDAS” e “A JUSTIÇA
DOS HOMENS”, obras concluídas e ainda não publicadas.
Por Armando de Oliveira Caldas
Estamos vivendo na era das informações. O mundo não tem mais a aparência de um lugar onde a vida deveria fluir com tranqüilidade. Antagonismos são cuidadosamente criados para colocar a humanidade num constante suspense. Verdades e inverdades fazem parte do dia a dia.
Parece até um erro dizer que prós e contras sejam “manipulados”
para se obter pontos de atrito, mas é uma realidade. Diante do bombardeio de
mensagens, muitas vezes ficamos atônitos, sem saber no que acreditar.
Necessitamos de extremo cuidado para não sermos burlados em nossa
inteligência. Informações e desinformações estão caminhando juntas. Por
traz desta situação estão os interesses ligados principalmente ao dinheiro.
Um palavreado bem elaborado pode chegar a ponto de convencer que
determinado “absurdo” é correto. Especialistas em transmitir fatos podem
deturpa-los e passar por cima de nossa percepção. Ênfase, entonações
apropriadas e estudadas podem nos levar a aderir a um objetivo previamente
preparado.
Faz parte da natureza humana alardear fatos e ainda aumentar o conteúdo
dos mesmos. Cria-se então a geração de irrealidades muitas vezes prejudiciais
à própria comunidade.
Ouvir comentários destituídos de qualquer base real é comum, surgem ou
são infiltrados para desestabilizar o próprio ritmo de nossa vida.
No momento, um dos aspectos que menos interesse trás para os
consumidores é, a noticia de que a inflação está novamente voltando, mas ela
vem sendo comentada. Um ardil para o qual devemos ficar atentos.
Neste nosso mundo capitalista, a ânsia em se obter lucros é uma vilã,
que deve ser combatida. Até em comentários aparentemente fúteis vemos insistência
em se falar sobre aumento de preços nos alimentos.
Extremo cuidado deve existir diante de “bandeiras” que se levantam.
Mesmo se mostrar indignação, o objetivo pode não ser de nosso interesse.
Infelizmente tudo se interliga com dinheiro.
Somos vítimas constantes de informações tendenciosas,
nem sempre favoráveis ao bem estar coletivo. Vejamos por exemplo a
tentativa de criação da CSS, nos moldes da extinta CPMF. Sendo a arrecadação
destinada à SAÚDE, obviamente beneficiará a população. Em contra-partida
quantos alardes em oposição estamos ouvindo. Assim, não podemos simplesmente
aceitar mensagens enganadoras.
A influência nas ações humana não se liga apenas aos
tipos de problemas mencionados. A própria mudança de muitos hábitos são
frutos coordenados pela máquina da informação. Até FAMÍLIA já vem
parecendo coisa obsoleta. Muitas bases dignas para a vivência acabaram se
perdendo. Mudanças de comportamento foram estimuladas em nome do modernismo.
Portadores de idéias nocivas são aplaudidos como inovadores, mais
ainda, passam a serem aceitas. Será que estamos vivendo às avessas?
Talvez seja mal da idade, quanto mais velhos mais observadores nos
tornamos. Não é necessário desfilar um rosário de acontecimentos, pois todos
podem perfeitamente perceber as conseqüências para o futuro.

A curiosidade não é apenas do homem comum, mas da ciência.
Na própria família solar, apenas nosso planeta é privilegiado tendo em
vista sua posição com relação à nossa estrela.
As condições para nossa própria existência são críticas. Uma
pequena alteração do clima muitas vezes traz devastações. Qualquer abalo sísmico
resulta em catástrofes. Portanto, somos altamente vulneráveis. Dependemos
extremamente dos alimentos. De qualquer forma, nosso mundo está na medida
adequada para nossa permanência.
Seremos os únicos pensantes?
O homem, aos poucos, está conseguindo desvendar muitos mistérios, mas
ainda está longe de afirmar estarmos sozinhos na imensidão. Do micro ao macro
organismo a profusão é gigantesca diante de nós. Por que não acontecer o
mesmo lá fora?
Nosso laboratório é a própria Terra. Um planeta rochoso eqüidistante
da estrela o suficiente para fornecer água líquida, calor, frio e chuvas. Fato
que não acontece com nossos vizinhos, impedindo a existência do processo vital
em suas superfícies. Assim, o que nos parece até simples, pode ter difícil
semelhança em mundos que se espalham pelo cosmos.
Existirão sósias da Terra? Com certeza, milhares ou milhões estarão
neste momento cumprindo a viagem em torno de suas fontes de energias. Cabe, porém,
uma pergunta: - será que apenas pequenos mundos possuem o direito de reter a
vida?
Pensemos num gigante rochoso com temperaturas amenas, com água, logo nos
passa a idéia de gravidade. Poderia haver seres que à suportassem? Quem sabe!
Para se ter uma idéia, um homem de 70 quilos, em Júpiter pesaria 177,3 quilos.
Em Netuno 79,3, contudo em Marte 26,5 e na Lua 11,6, etc.
Embora difícil de entender a permanência de seres vivos em ambientes
diferentes do terrestre, devemos levar em conta que a natureza molda os
habitantes de acordo com suas necessidades, sendo, portanto difícil afirmarmos
tal impossibilidade.
Não obstante o tamanho de Marte existe indícios a serem confirmados de
que já reteve mares, e até se fala numa civilização. Se isto vier a se
confirmar, o tamanho do planeta pode não ser um obstáculo para o
desenvolvimento da vida.
Quanto ao Universo, podemos partir do princípio lógico de que existam
inúmeras “casas” habitadas, portanto apenas aparentemente estamos sós.
O desejo de saber o que existe por traz da enorme janela que circunda
nosso globo é imperativo.
Desde que o homem tomou consciência de sua própria existência olha
para o alto e faz perguntas.
Na superfície é fácil a descoberta do que existe mais além. Basta
apenas caminhar e verificar. Mas como seguir na direção de qualquer estrela?
Temos uma barreira intransponível – a distância. Muitas gerações se
renovarão antes de pisarmos em qualquer planeta extrasolar.
Resta-nos uma alternativa: a ufologia.
Entendendo que existam outros mundos habitados por seres inteligentes,
torna-se fácil compreender a presença de óvnis, naves que evidentemente
procedem de mundos altissimamente evoluídos. Portanto, está aí a resposta de
que a vida prolifera no cosmos.
Deixando de lado o negativismo, ou seja, a incredulidade, tais naves ou
sondas nos visitam com o mesmo objetivo humano, conhecer o que está além do
lugar de origem.
Como não teremos, por muito tempo, condições de chegar às estrelas, o
melhor é pesquisarmos os UFOS.
Os relatos somam-se muitos milhares e, nem tudo é fruto de imaginação.
A existência deles é admitida por vários governos.
A crença em contatos nem sempre é aceita, no entanto é acentuada a
informação sobre pequenas criaturas. Sendo verdadeiras, talvez possamos
entender que o planeta de onde vieram seja bem maior que a Terra, cuja pressão
talvez possa ter influído na estatura.
Os registros sobre as origens são vagos bem como sobre contatos com
maiores explicações.
Raciocinando como humanos, se viermos a enviar objetos para outros
mundos, provavelmente utilizaremos seres ou robôs criados para as tarefas. Também,
não podemos descartar o envio de sondas. Portanto, esta falta de informações
poderá estar associada à essa automação, que também pode ser um
procedimento alienígena.
Alcançam a Terra desde os tempos mais remotos, o que significa vida
inteligente em muitos pontos do Universo, mas não sabemos a procedência.
A realidade OVNI não deve fazer parte de brincadeiras e muito menos de
fraudes. Enquanto se pesquisam inverdades, os fatos reais por vezes se perdem.
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